Depois dos testes de desenvolvimento e constantes reavaliações para melhor adequação do Kit GNV Bardahl aos veículos movidos a GNV (Gás Natural Veicular) e gasolina, realizados desde 2005, o Kit GNV Bardahl passou por mais um teste  para avaliar sua eficácia no combate ao desgaste prematuro da parte superior do motor. Trata-se da desmontagem e avaliação do cabeçote de um carro bicombustível (GNV e gasolina) com mais de 100 mil quilômetros. O parecer técnico, assinado pela Retífica de Motores Rami, atesta que o produto lubrificante parece dar resultado protegendo a vida útil do cabeçote, mesmo quando usado com bicombustível, no caso gasolina e GNV.

O carro movido à gasolina avaliado pertence à frota da empresa e registrava 106 mil quilômetros e foi convertido para GNV para que os técnicos em lubrificação da Bardahl pudessem avaliar e atestar, na prática, o desempenho do produto. Desta maneira, a assistência técnica da Bardahl pediu à Retífica Rami uma avaliação completa do cabeçote. Segundo o parecer técnico da retífica, foi identificado baixo nível de carbonização, desgaste inexistente das válvulas, que estão em perfeitas condições de uso e desgaste mínimo nas sedes válvulas. Já as guias de válvulas apresentaram desgaste abaixo do normal para a quilometragem rodada.

Não foi a primeira vez que veículos da frota foram utilizados como carros de teste dos produtos desenvolvidos pioneiramente pela Bardahl. No lançamento do Proal, aditivo para o álcool, no final da década de 70, os Volkswagen da frota rodaram com o novo combustível e foram submetidos à análise nos laboratórios de engenharia mecânica da UFSCar, Universidade Federal de São Carlos.