Com o mote “Ver–Pensar–Agir”, a ZF equipa carros e caminhões com novas tecnologias de sensores e maior inteligência, elementos essenciais para o futuro da mobilidade em um mundo interligado em rede ZF

A ZF aproveitou a sua participação do Car Symposium 2017 para reforçar a importância dos sistemas de segurança na condução autônoma. O CEO da ZF Friedrichshafen AG, Dr. Stefan Sommer, enfatizou que as exigências para a segurança veicular tornaram-se cada vez mais complexas devido às novas arquiteturas dos carros e o uso flexível do espaço interno.

Por meio da aquisição da TRW Automotive, o fornecedor de sistemas agora possui um portfólio mais abrangente de tecnologias de segurança ativa e passiva. “A direção autônoma e a eletromobilidade representam novos desafios para a segurança nos veículos”.  Isto é uma verdade não só como um pré-requisito de segurança ativa na direção autônoma, mas também para sistemas de segurança passiva”, disse Sommer durante o evento.

Para garantir a máxima segurança dos ocupantes, são necessários sistemas de airbags completamente novos. Atualmente a companhia trabalha em soluções apropriadas e, ao mesmo tempo, espaços de instalação como bolsa de ar instalada no teto do veículo em vez do volante de direção e painel de instrumentos.

Embora se espere que os veículos autônomos já não causem mais acidentes no futuro, eles precisam ser projetados para se moverem no tráfego que continuará sendo dominado por veículos não-autônomos, que representam potenciais participações em acidentes. Segundo as estimativas dos especialistas da indústria, a maioria absoluta dos novos veículos será guiada de forma autônoma em 2037.

“Vision Zero” : sem acidentes e emissões

A ZF vê como obrigação cumprir a “Vision Zero” – tráfego que não causa nem acidentes nem emissões. Somente a interligação em rede de todos os usuários no trânsito permitirá decisivamente chegar mais perto deste objetivo. “No primeiro passo, os sistemas de segurança passivos e ativos devem se tornar facilitadores da condução autônoma e da eletromobilidade. No segundo passo, o tráfego integrado em rede pode prevenir cada vez mais acidentes. A integração em rede e a condução autônoma são necessárias para que o número de 1,2 milhões de mortes no trânsito seja reduzido drasticamente nas décadas próximas”.