Lançada no Brasil em 1997, a linha de vans Mercedes-Benz Sprinter tornou-se referência no mercado doméstico de vans devido a requisitos como versatilidade e praticidade, tanto para a distribuição de cargas urbanas quanto para o transporte de passageiros. A linha, que encerrou julho passado com participação de 26,3%, vem crescendo as vendas nos últimos, considerando que no final de 2011 a participação era de 14,3%, segundo números da fabricante.

No início deste mês de agosto, começou a chegar à rede de Mercedes-Benz a nova Sprinter 2017, com mudanças no design, em itens de conforto e de segurança. As novidades elevaram o preço do veículo em 5%, porém com pouco de sorte ainda é possível encontrar nas concessionárias modelos da linha 2016, um veículo que tem muito a oferecer nas operações em circuitos urbanos, de curtas e médias distâncias.

Motorista pode dirigir a versão Street com CNH categoria B e circular livremente em zonas urbanas de restrição

Equipe da Revista O Carreteiro rodou com um furgão CDI 311 Street -uma das últimas unidades que está sendo substituída e constatou que o modelo é uma boa opção que pode ser encontrada nas concessionárias com preço abaixo da nova versão. E cabe lembrar que nos modelos 2017, tanto o motor quanto a caixa de câmbio e espaço de carga continuam sendo os mesmos. No caso do furgão CDI 311Street, as capacidades de carga (7,5m³, 9m³, 10,5m³ e 14m³) continuam iguais, embora na nova linha, a versão CDI 311 Street ganhou a denominação  CDI 313 Street.

Apesar de já terem sido vendidas mais de 120 mil Sprinter de todas as versões só no Brasil (no mundo já ultrapassou os três milhões de unidades), cabe dizer que as primeiras impressões que se tem ao dirigir o veículo são o conforto e facilidade de condução, praticamente as mesmas de um carro de passeio. A constatação de que se trata de um veículo comercial surge no momento da carga ou descarga.

Portas laterais  facilitam as operações de carga e descarga manualmente ou com empilhadeiras

Neste item, o veículo também impressiona pela agilidade devido à facilidade proporcionada pelas duas laterais mais uma traseira que se abrem completamente para se ter acesso ao interior do furgão. Este recurso torna mais fácil qualquer operação de carga ou descarga, manualmente ou com uso de empilhadeira.

As trocas de marchas facilitadas pela posição da alavanca de câmbio posicionada no painel, embora existam modelos de outras com essa mesma característica. Outros itens que valem ser destacados são a livre circulação nas vias das grandes cidades, mesmo em zona de restrição e no caso da versão 311 CDI Street, o modelo é registrada como caminhonete. Por conta disso, o modelo pode ser conduzido por motoristas com CNH categoria B.

Porta traseira do furgão abre completamente e contribui para agilizar acesso ao interior do veículo

O gerente sênior de vendas e marketing da Sprinter no Brasil, Carlos Garcia, reforça que o modelo é uma referência de mercado em qualidade, agilidade, tecnologia, conforto, segurança e de excelente custo operacional. “É um veículo reconhecido pela eficiência e pela alta produtividade. Também se destaca pelo excelente padrão custo/benefício e pela oferta de soluções inovadoras e customizada para uma ampla diversidade de aplicações”, afirmou.

A linha Sprinter tem de série o ESP adaptativo, equipamento que integra o ASR, ABS, BAS e EBV, além de airbag do motorista, sistema de ar condicionado, faróis de neblina, volante com ajuste de altura e profundidade, rádio CD/MP3 (com conexão de Bluetooth) e fechamento central das portas, entre outros itens.

Painel de instrumentos e volante se assemelham ao de um carro de passeio, assim como a condução do veículo

Já a linha 2017 recebeu também, de série, assistente de vento lateral, recurso tecnológico que mantém a van trafegando com estabilidade mesmo em situações de fortes ventos laterais. No caso do furgão de carga esta é a principal diferença. “A linha Sprinter tem grande aceitação no mercado por atender adequadamente às várias aplicações dos clientes que atuam no transporte de produtos e de passageiros”, concluiu Carlos Garcia.

06Por João Geraldo

Fotos: Alexandre Andrade